" Quando me ponho a compor frases e rimas, não sou mais eu a pensar, mas a Alma de Poeta que cisma em fazer giros no ar..."


quinta-feira, 8 de março de 2012

A todas as mulheres...

QUEM É VOCÊ, MULHER?

Quem é você, mulher, que tem em suas mãos o poder de toda transformação? quem é você, mulher que faz de um pequeno lugar um ninho de amor e afeição? Quem é você, mulher, que abriga dentro de si o calor do afeto, a força do universo e a mansidão do amor? Quem é você, mulher, que é capaz de sorrir, quando sente vontade de chorar, que é capaz de calar, quando quer falar; que é capaz de rezar, quando custa a crer? Quem é você mulher, que acredita no amor, quando à sua volta reina desamor; que é capaz de amar, quando todos ensinem a odiar; que busca sem trégua a verdade, num mundo de mil mentiras, que é capaz de perdoar, quando todos querem condenar? Quem é você, mulher, que afaga, que critica, que repreende, que educa, que defende, que incentiva, que corrige e que ensina a orar? Você repete sim à verdade, você repete sim à paz, você repete sim à coragem, ao carinho, à fé e ao amor, porque você é carinho, é dedicação, é fé, é união, é coragem, é amor e, sobretudo, porque você é mulher!"
Autor: ( Marinês N. G. Prado )

quinta-feira, 1 de março de 2012

imagem- felicidade clandestina


Felicidade Clandestina- conto de Clarice Lispector

       Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto enorme, enquanto nós todas ainda éramos achatadas. Como se não bastasse, enchia os dois bolsos da blusa, por cima do busto, com balas. Mas possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria.
       Pouco aproveitava. E nós menos ainda: até para aniversário, em vez de pelo menos um livrinho barato, ela nos entregava em mãos um cartão-postal da loja do pai. Ainda por cima era de paisagem do Recife mesmo, onde morávamos, com suas pontes mais do que vistas. Atrás escrevia com letra bordadíssima palavras como "data natalícia" e "saudade".
      Mas que talento tinha para a crueldade. Ela toda era pura vingança, chupando balas com barulho. Como essa menina devia nos odiar, nós que éramos imperdoavelmente bonitinhas, esguias, altinhas, de cabelos livres. Comigo exerceu com calma ferocidade o seu sadismo. Na minha ânsia de ler, eu nem notava as humilhações a que ela me submetia: continuava a implorar-lhe emprestados os livros que ela não lia.
      Até que veio para ela o magno dia de começar a exercer sobre mim uma tortura chinesa. Como casualmente, informou-me que possuía As Reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato.
      Era um livro grosso, meu Deus, era um livro para se ficar vivendo com ele, comendo-o, dormindo-o. E completamente acima de minhas posses. Disse-me que eu passasse pela sua casa no dia seguinte e que ela o emprestaria. 
      Até o dia seguinte eu me transformei na própria esperança da alegria: eu nao vivia, eu nadava devagar num mar suave, as ondas me levavam e me traziam.
      No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo. Ela não morava num sobrado como eu, e sim numa casa. Não me mandou entrar. Olhando bem para meus olhos, disse-me que havia emprestado o livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte para buscá-lo. Boquiaberta, saí devagar, mas em breve a esperança de novo me tomava toda e eu recomeçava na rua a andar pulando, que era o meu modo estranho de andar pelas ruas de Recife. Dessa vez nem caí: guiava-me a promessa do livro, o dia seguinte viria, os dias seguintes seriam mais tarde a minha vida inteira, o amor pelo mundo me esperava, andei pulando pelas ruas como sempre e não caí nenhuma vez.
      Mas não ficou simplesmente nisso. O plano secreto da filha do dono de livraria era tranqüilo e diabólico. No dia seguinte lá estava eu à porta de sua casa, com um sorriso e o coração batendo. Para ouvir a resposta calma: o livro ainda não estava em seu poder, que eu voltasse no dia seguinte. Mal sabia eu como mais tarde, no decorrer da vida, o drama do "dia seguinte"com ela ia se repetir com meu coração batendo.   
      E assim continuou. Quanto tempo? Não sei. Ela sabia que era tempo indefinido, enquanto o fel não escorresse todo de seu corpo grosso. Eu já começara a adivinhar que ela me escolhera para eu sofrer, às vezes adivinho. Mas, adivinhando mesmo, às vezes aceito: como se quem quer me fazer sofrer esteja precisando danadamente que eu sofra.
      Quanto tempo? Eu ia diariamente à sua casa, sem faltar um dia sequer. As vezes ela dizia: pois o livro esteve comigo ontem de tarde, mas você só veio de manhã, de modo que o emprestei a outra menina. E eu, que não era dada a olheiras, sentia as olheiras se cavando sob os meus olhos espantados.
      Até que um dia, quando eu estava à porta de sua casa, ouvindo humilde e silenciosa a sua recusa, apareceu sua mãe. Ela devia estar estranhando a aparição muda e diária daquela menina à porta de sua casa. Pediu explicações a nós duas. Houve uma confusão silenciosa, entrecortada de palavras pouco elucidativas. A senhora achava cada vez mais estranho o fato de não estar entendendo. Até que essa mãe boa entendeu. Voltou-se para a filha e com enorme surpresa exclamou: mas este livro nunca saiu daqui de casa e você nem quis ler!
      E o pior para essa mulher não era a descoberta do que acontecia. Devia ser a descoberta horrorizada da filha que tinha. Ela nos espiava em silêncio: a potência de perversidade de sua filha desconhecida e a menina loura em pé à porta, exausta, ao vento das ruas de Recife. Foi então que, finalmente se refazendo, disse firme e calma para a filha: você vai emprestar o livro agora mesmo. E para mim: "E você fica com o livro por quanto tempo quiser." Entendem? Valia mais do que me dar o livro: "pelo tempo que eu quisesse" é tudo o que uma pessoa, grande ou pequena, pode ter a ousadia de querer.
      Como contar o que se seguiu? Eu estava estonteada, e assim recebi o livro na mão. Acho que eu não disse nada. Peguei o livro. Não, não saí pulando como sempre. Saí andando bem devagar. Sei que segurava o livro grosso com as duas mãos, comprimindo-o contra o peito. Quanto tempo levei até chegar em casa, também pouco importa. Meu peito estava quente, meu coração pensativo.
      Chegando em casa, não comecei a ler. Fingia que não o tinha, só para depois ter o susto de o ter. Horas depois abri-o, li algumas linhas maravilhosas, fechei-o de novo, fui passear pela casa, adiei ainda mais indo comer pão com manteiga, fingi que não sabia onde guardara o livro, achava-o, abria-o por alguns instantes. Criava as mais falsas dificuldades para aquela coisa clandestina que era a felicidade. A felicidade sempre iria ser clandestina para mim. Parece que eu já pressentia. Como demorei! Eu vivia no ar... Havia orgulho e pudor em mim. Eu era uma rainha delicada.
       As vezes sentava-me na rede, balançando-me com o livro aberto no colo, sem tocá-lo, em êxtase puríssimo.
      Não era mais uma menina com um livro: era uma mulher com o seu amante.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

O HOMEM NU - conto de Fernando Sabino

Ao acordar, disse para a mulher:
— Escuta, minha filha: hoje é dia de pagar a prestação da televisão, vem aí o sujeito com a conta, na certa.  Mas acontece que ontem eu não trouxe dinheiro da cidade, estou a nenhum.
— Explique isso ao homem — ponderou a mulher.
— Não gosto dessas coisas. Dá um ar de vigarice, gosto de cumprir rigorosamente as minhas obrigações. Escuta: quando ele vier a gente fica quieto aqui dentro, não faz barulho, para ele pensar que não tem ninguém.   Deixa ele bater até cansar — amanhã eu pago.
Pouco depois, tendo despido o pijama, dirigiu-se ao banheiro para tomar um banho, mas a mulher já se trancara lá dentro. Enquanto esperava, resolveu fazer um café. Pôs a água a ferver e abriu a porta de serviço para apanhar o pão.  Como estivesse completamente nu, olhou com cautela para um lado e para outro antes de arriscar-se a dar dois passos até o embrulhinho deixado pelo padeiro sobre o mármore do parapeito. Ainda era muito cedo, não poderia aparecer ninguém. Mal seus dedos, porém, tocavam o pão, a porta atrás de si fechou-se com estrondo, impulsionada pelo vento.
Aterrorizado, precipitou-se até a campainha e, depois de tocá-la, ficou à espera, olhando ansiosamente ao redor. Ouviu lá dentro o ruído da água do chuveiro interromper-se de súbito, mas ninguém veio abrir. Na certa a mulher pensava que já era o sujeito da televisão. Bateu com o nó dos dedos:
— Maria! Abre aí, Maria. Sou eu — chamou, em voz baixa.
Quanto mais batia, mais silêncio fazia lá dentro.
Enquanto isso, ouvia lá embaixo a porta do elevador fechar-se, viu o ponteiro subir lentamente os andares...  Desta vez, era o homem da televisão!
Não era. Refugiado no lanço da escada entre os andares, esperou que o elevador passasse, e voltou para a porta de seu apartamento, sempre a segurar nas mãos nervosas o embrulho de pão:
— Maria, por favor! Sou eu!
Desta vez não teve tempo de insistir: ouviu passos na escada, lentos, regulares, vindos lá de baixo... Tomado de pânico, olhou ao redor, fazendo uma pirueta, e assim despido, embrulho na mão, parecia executar um ballet grotesco e mal ensaiado. Os passos na escada se aproximavam, e ele sem onde se esconder. Correu para o elevador, apertou o botão. Foi o tempo de abrir a porta e entrar, e a empregada passava, vagarosa, encetando a subida de mais um lanço de escada. Ele respirou aliviado, enxugando o suor da testa com o embrulho do pão.
Mas eis que a porta interna do elevador se fecha e ele começa a descer.
— Ah, isso é que não!  — fez o homem nu, sobressaltado.
E agora? Alguém lá embaixo abriria a porta do elevador e daria com ele ali, em pêlo, podia mesmo ser algum vizinho conhecido... Percebeu, desorientado, que estava sendo levado cada vez para mais longe de seu apartamento, começava a viver um verdadeiro pesadelo de Kafka, instaurava-se naquele momento o mais autêntico e desvairado Regime do Terror!
— Isso é que não — repetiu, furioso.
Agarrou-se à porta do elevador e abriu-a com força entre os andares, obrigando-o a parar.  Respirou fundo, fechando os olhos, para ter a momentânea ilusão de que sonhava. Depois experimentou apertar o botão do seu andar. Lá embaixo continuavam a chamar o elevador.  Antes de mais nada: "Emergência: parar". Muito bem. E agora? Iria subir ou descer?  Com cautela desligou a parada de emergência, largou a porta, enquanto insistia em fazer o elevador subir. O elevador subiu.
— Maria! Abre esta porta! — gritava, desta vez esmurrando a porta, já sem nenhuma cautela. Ouviu que outra porta se abria atrás de si.
Voltou-se, acuado, apoiando o traseiro no batente e tentando inutilmente cobrir-se com o embrulho de pão. Era a velha do apartamento vizinho:
— Bom dia, minha senhora — disse ele, confuso.  — Imagine que eu...
A velha, estarrecida, atirou os braços para cima, soltou um grito:
— Valha-me Deus! O padeiro está nu!
E correu ao telefone para chamar a radiopatrulha:
— Tem um homem pelado aqui na porta!
Outros vizinhos, ouvindo a gritaria, vieram ver o que se passava:
— É um tarado!
— Olha, que horror!
— Não olha não! Já pra dentro, minha filha!
Maria, a esposa do infeliz, abriu finalmente a porta para ver o que era. Ele entrou como um foguete e vestiu-se precipitadamente, sem nem se lembrar do banho. Poucos minutos depois, restabelecida a calma lá fora, bateram na porta.
— Deve ser a polícia — disse ele, ainda ofegante, indo abrir.
Não era: era o cobrador da televisão.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Happy Valentine's Day

 Valentine's Day- Dia dos Namorados

      O Dia dos Namorados ou Dia de São Valentim é uma data especial e comemorativa na qual se celebra a união amorosa entre casais sendo comum a troca de cartões e presentes com simbolismo de mesmo intuito, tais como as tradicionais caixas de bombons. No Brasil, a data é comemorada no dia 12 de junho. Em Portugal também acontecia o mesmo até há poucos anos, mas atualmente é mais comum a data ser celebrada em 14 de Fevereiro      Continue lendo na página do Mix Cultural...
http://belalmadepoeta.blogspot.com/p/mix-cultural.html

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

eu te olho...


#Eu te olho...
E nesse olhar está contida uma vida inteira.
Como se eu viesse te olhando
Por toda a eternidade.#

Bel Pla

domingo, 22 de janeiro de 2012

Meu dia...

Vestida está, com seu  vestido de sair,
Ó, como sonha essa guria,
São 10 primaveras, quero brigadeiros,
E uma bandeja de salgadinhos.
Quero festejar, hoje é meu dia.

O sorriso aberto, era o que queria,
Mas não aparece,
O que foi do espelho?
Não era seu papel, apenas refletir?
Hoje é meu dia!!

Em vão espera,
No alto da escadaria,
As convidadas, mas apenas chega
Uma tia.
O que foi dos convites?

Mamãe está doente,
Casa vazia.
Não sei preparar uma festa,
Nem convencer as amigas,
Disfarçar alegria,
Nem tem  brigadeiros...

Após o chá com a tia,
É hora de chorar...
Sentada no último degrau
Da escadaria.
A lágrima não sai.
O que foi da emoção?

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Espelhos-poesia



ESPELHOS

Teus olhos
são dois espelhos,
onde os meus,
atrevidos,
teimam em se mirar.
Teus dois espelhos,
e os meus,
quando se fitam,
faíscam,
e se põem a vibrar.
Meus olhos,
nos teus,
se espelham,
e se escondem,
com medo de se quebrar.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Mix cultural- origens dos sobrenomes

Na maioria das línguas indo-europeias, o prenome precede o sobrenome (apelido de família) na forma de designar as pessoas. Em algumas culturas e idiomas (por exemplo em húngaro, vietnamita, chinês, japonês ou coreano), o sobrenome precede o prenome na ordem do nome completo.
      Conhecer a origem dos sobrenomes poderá indicar de onde certa família descende, no que trabalhavam ou conhecer algumas características dos ancestrais dessa família.
... leia mais na página:
http://belalmadepoeta.blogspot.com/p/mix-cultural.html

domingo, 8 de janeiro de 2012

meditações de véspera de Natal

“Silêncio.
A cidade dorme.
Nada mais aqui dorme.
É madrugada,
e a chamada para o primeiro salat
vibra como um sino,
minha alma desperta
e, em silêncio,
medita.
É quase Natal,
nestas terras distantes,
olho o céu
e procuro a estrela.
Basta seguí-la,
este caminho me leva
até um menino.
Ouço a mensagem
que ele me traz.
“Ao sul e ao norte,
por terra e por mar,
não importa a cultura,
são todos irmãos”.”

domingo, 25 de dezembro de 2011

Reflexões de fim de ano

Chegamos ao fim de mais um ano.
Tempo de reflexão. Tempo de renovação. Tempo de despertar espiritual.
Daqui a poucos dias um novo ano começa, novos dias com novas oportunidades.
Oportunidade de fazer planos, criar coisas novas.
De refazer projetos, de concluir etapas, de reciclar sentimentos.
Tempo de perdoar aos outros e a si  mesmo.
De abrir as janelas da mente e declarar: viver vale a plena! Sim, muitas vezes fica difícil, sim, às vezes fica insuportável. Mas tem tanta coisa boa!
Nossa vida renasce todos os dias, Nossa consciência de filhos de Deus nos dá a certeza de que não estamos sozinhos. Nos descobrimos um com o Criador de todas as coisas e, em consequência, um com todas as criaturas.
Muito obrigado.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Muito obrigado, Senhor


trovas



Oração

Por quem tanto me quer bem,
 envio a Deus uma prece.
 Quem ora, oferta o que tem,
 a quem tanto amor merece.


Silêncio

Faço silêncio e reflito
em todas vozes do mundo.
Calo a minha, que bonito,
emerge o Eu mais profundo!
Bel Plá

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

poesia

É pura música e poesia...
No topo do mundo contemplo a obra do Criador.
Minha alma se rejubila com tamanha diversidade de tons,
sabores, acordes, fragrâncias...
tantos sentires e tantos amores.
Bailo, ao vento,
jogo meus sonhos, contemplo.
Mergulho na imensidão do vazio tão cheio de Vida.
Não sou mais só eu,
sou todas, sou uma,
sou a reunião de todas as criaturas,
tão simples, tão plena, tão eu.
Dispo as camuflagens e revelo o Ser.

Bel

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

às pessoas amigas...


CIRANDA DA PAZ \\O//\\O//


Amigos, o ano de 2012 está abrindo suas portas e nos convidando a conhecê-lo. Convido a todos para adentrarmos o Novo Ano de mãos dadas, vivenciando a paz em cada um dos dias que ora se anunciam.

De mãos dadas com os irmãos,
Muito amor no coração,
O dom da vida agradeço
Ao Senhor da Criação.
Espalhando boas novas,
Refletimos na missão.

Mesmo que a nuvem da dor
Nos abafe com seu manto,
Perseveramos na fé
E enxugamos nosso pranto.
A Vida traz o conforto,
Basta sentir seu encanto.

Quero a todos desejar
Um ano cheio de paz.
Reflitamos na mensagem
Que esta data ora nos traz.
Se vivenciarmos o Amor,
A paz a gente é que faz!
Bel Plá

domingo, 4 de dezembro de 2011

Mensagem de Natal

Uma dádiva de cura para a humanidade


MUSICAL RAPTURE A Healing Gift for Humanity 
(compartilhado da amiga terapeuta Stellinha)
A frequência desta música celestial se comunica com a Inteligência Divina do corpo a um nível celular, elevando a consciência de cada célula. Enquanto a música acalma e conforta as células, a habilidade natural de se curar é intensificada.
Esta música sagrada é compatível e funciona em harmonia com cada modalidade de cura ou tratamento médico que uma pessoa optar por experenciar. A música ressoa como uma bênção adicional para todos que estejam lidando com alguma forma de câncer.
Está música é uma dádiva do Alto e nun ca deverá ser comprada ou vendida. Por favor, compartilhem esta informação com todos que sentirem que possam se beneficiar com esta dádiva sagrada da Música Celestial. (João Cota-Robles)
site: www.eraofpeace.org

O vídeo se encontra no rodapé desta página, junto aos outros vídeos (o espaço não é compatível com este espaço)